segunda-feira, 11 de junho de 2012
ô trem bão
homem de chapéu fazendo sombra nos olhos, com o cinto de fivela grande apertando e destacando a cintura, calça rente ao corpo contornando a pele, blusa xadrex completando o figurino, conversa ao som do interior bem distante das grades gramaticais, sertanejo de raíz cifrado na sanfona que povoa as noites de lua cheia, homem de fala literal, confundida com grosseria, homem que de tão bruto se desmancha inteiro pra falar de amor.
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eu até olho, mas não vejo nada
ao olhar pra você, ainda que pondo meus olhos fixos em você, invariavelmente te perco. poderia supor que isso que evapora quando te olho é ...
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mas pra isso é preciso desejar sincero e profundo, ao ponto da rua ser toda sem saída, sendo o ponto de chegada o mesmo ponto de partida. ca...
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ao olhar pra você, ainda que pondo meus olhos fixos em você, invariavelmente te perco. poderia supor que isso que evapora quando te olho é ...
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daqui de baixo parece que a Lua cabe na palma da minha mão, as vezes o céu surge tão perto dos olhos que chego a tentar catar estrelas pra g...
O amor tem dessas coisas... Dispensa maneirismos!
ResponderExcluiro amor mais bonito é escancarado, dispensa aforismos, metáforas, ele é simplesmente!
Excluiracho que nossas novas coincidências me divertem mais... (rs!) to aqui na torcida pra que as próximas curvas nos indiquem uma direção ascendente! acho que já era hora, né? :)
ResponderExcluirbeijo!!!
Juliana, eu entro no seu blog pra ler a mim mesma, tamanha é a nossa coicidência. seus textos me vestem inteira... e tomara mesmo que as próximas curvas nos indiquem caminhos... a verdade é que já passou da hora, pois chega um tempo que não dá mais pra esperar os amores nas praças...
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