os nossos encontros sempre caem nos sábados, nestes dias que a gente não tem previsão de partida, nestas noites que pouco importa o correr do relógio.
os nossos encontros sempre vão parar na sombra daquela árvore debaixo de todo o verão, é o contraste, é a vida acontecendo diante da gente, enquanto nós nos ancoramos nas retinas um do outro.
os nossos encontros remam para o alto-mar, lá onde a água salgada é a única imagem em torno do nosso pequeno barco, e a gente não se cansa de seguir adiante, apesar de todo o oceano.
os nossos encontros acontecem bem antes da hora marcada pra gente se ver, logo após a despedida já começamos a longa espera pelo próximo instante de realidade.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
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