quinta-feira, 27 de setembro de 2018
quando eu te deixei ir, e você ficou
teus olhos, ancorados no barco de amanhã, não me perguntam nada. já os meus pares de retina, filosoficamente, persistem numa interrogação que não ouso formular. tu não terias as respostas. estão todas cuidadosamente guardadas no silêncio do meu corpo, nas tantas possibilidades de céus de um dia após o outro, e no vapor que se respira quente do café que é das manhãs. e assim teu sossego encontrou o meu, num desencontro físico, na calada das inquietações. respirar salva!
- por mim e para mim
Assinar:
Postar comentários (Atom)
eu até olho, mas não vejo nada
ao olhar pra você, ainda que pondo meus olhos fixos em você, invariavelmente te perco. poderia supor que isso que evapora quando te olho é ...
-
mas pra isso é preciso desejar sincero e profundo, ao ponto da rua ser toda sem saída, sendo o ponto de chegada o mesmo ponto de partida. ca...
-
entre tantas histórias possíveis era difícil escolher uma pela aparência que lhe vestia, de longe todas surgiam atraentes, pois contadas por...
-
daqui de baixo parece que a Lua cabe na palma da minha mão, as vezes o céu surge tão perto dos olhos que chego a tentar catar estrelas pra g...
Nenhum comentário:
Postar um comentário