quarta-feira, 19 de setembro de 2007

doze de setembro

É verdade. Eu me escondi quando o vi pela primeira vez, mas não foi de você. Foi da avalanche de sentimentos que gritavam dentro de mim. Bastou um abraço pra eu poder me esconder no seu corpo e esquecer de tudo isso... um abraço “longo e repentino”. Minha imensa ansiedade queria levá-lo embora naquele instante, porque minha mente já não sabia mais como reagir e dali em diante só meu coração poderia falar... naquela quarta-feira o tempo não passou pra mim, quando fui embora ainda eram 22h40. A minha inquietude era tanta que eu não realizei metade do que minha imaginação havia planejado: o beijo na mão pra você poder guardar pela eternidade, as palavras engasgadas, o olho no olho, o sentimento latente... mas as duas horas e trinta minutos daquele dia foram suficientes para manter meus pés nas nuvens em todos os segundos seqüentes...

E contra todos os conselhos de quem quer manter os pés firmados no chão eu lhe envio este e-mail escrito com a minha respiração. No ritmo dos meus sonhos...

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