segunda-feira, 28 de abril de 2008

noite de chuva

Minha pele permanece estremecida
A noite ainda não acabou
Só fico a me perguntar quem roubou a metade da Lua...

Regada a fantasia, a olhares que atravessavam meu corpo
Essa noite eu vou eternizar

Cada rosto me fazia viajar pelas minhas memórias
Todas marcadas pelo sentimento maior do mundo
Como ele me move... e sacode!

Minha família... eu via os olhos me acompanhando... pareciam estar estáticos a me observar. Eu vou carregar isso pra sempre... esses abraços ao vento.

Uma tempestade inundou meu rosto... que sempre transborda e vai continuar a se esparramar... porque não há despedida suficiente para deixar pessoas que amamos. A saudade vai fazer de mim um sertão... e eu hei de encontrar pingos de chuva em outros corações...

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