sexta-feira, 24 de abril de 2009

invisivelmente visível

apaga o texto e deixa só a observação no fim da página. guarda o presente e entrega apenas a fita abraçando um cartão. come o arroz e o feijão e oferece a sobremesa, bem doce. estaciona o carro e chama para um passeio com pés e vento rodeando o corpo. tranca a casa e dorme em um colchão mais colorido que o seu, naquela grama que ultrapassa o verde de qualquer tonalidade. desliga o som e liga as cordas de um violão. apaga a luz para as estrelas brincarem de serem Lua. vai desconectando... vai tocando com as curvas da alma o universo que aos poucos vai se tornando menor que a própria palma das mãos...

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