capturava você nas esquinas dos seus impulsos, fotografava-os na esperança de desfazer a efemeridade, guardava tudo em cofres bem seguros da memória seletiva de coisas bonitas, só coisas bonitas, e toda vez que eu queria dormir ao lado seu bastava reservar para os minutos antes do sono o filme gravado pelas retinas de outrora, você já não era apenas corpo, era alma!
(suspiro) ... lindo!
ResponderExcluirJuliana, suspiro sou eu toda vez que roda este filme guardado nas minhas tantas memórias...
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