domingo, 9 de outubro de 2011

presença

capturava você nas esquinas dos seus impulsos, fotografava-os na esperança de desfazer a efemeridade, guardava tudo em cofres bem seguros da memória seletiva de coisas bonitas, só coisas bonitas, e toda vez que eu queria dormir ao lado seu bastava reservar para os minutos antes do sono o filme gravado pelas retinas de outrora, você já não era apenas corpo, era alma!

2 comentários:

  1. Juliana, suspiro sou eu toda vez que roda este filme guardado nas minhas tantas memórias...

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