sexta-feira, 13 de junho de 2008

corpo sem mente

cansaço me descansa. o gosto salgado do suor escorrendo desfaz qualquer lei da física. a boca implorando água, as batidas do tambor na pele, a perna sustentando tudo. o corpo pedindo mais. e as mãos, incansáveis, fazendo mais. certas vezes o corpo parece se soltar da mente. ganha forças que a mente não reconhece. e a gente fica sem saber se somos nós quem estamos ali dentro daquele corpo.

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